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segunda, 25 janeiro 2016 10:52

Assembleia de Freguesia

                                      ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

 

António Manuel Ludovino Nunes Duarte                   Presidente

Maria Teresa Leal Cruz                                                         1ª Secretária

Sílvia Neves Madaleno                                                          2ª Secretária

Vera de Jesus Gameiro Varela Monteiro                    Membro da Assembleia

João de Deus Gonçalves Gavino Nunes                      Membro da Assembleia

Jacinta Azevedo Água R. A. Pacheco Pereira           Membro da Assembleia

Pedro António Canhoto Rodrigues Antunes           Membro da Assembleia

Tatiana Sofia Conceição Roque                                        Membro da Assembleia

António Manuel Sampaio Caixinha                               Membro da Assembleia

quarta, 29 outubro 2008 18:06

Associativismo


quinta, 25 setembro 2008 22:51

Igrejas


quarta, 24 setembro 2008 19:18

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quarta, 24 setembro 2008 15:46

igreja

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quarta, 24 setembro 2008 11:26

fotos



quinta, 11 setembro 2008 18:20

Origens

A Golegã situa-se no coração de Portugal em pleno Ribatejo, na lezíria atravessada pelos rios Tejo e Almonda, delimitada pela charneca, pelo bairro e pelo espragal. A presença humana nestas paragens remonta a épocas impensáveis. Estações arqueológicas a norte da Golegã, atestam isso mesmo ao revelarem vestigios de utensílios e construções fortificadas do período do Calcolítico Inicial.
Da Pré-História testemunhos falam da vida dos homens e mulheres desse tempo por estas paragens, tendo sido encontrados igualmente, desde utensílios de uso quotidiano a conchas marinhas e até dentes de cavalo daquela época. Vestígios do período de dominação romana também indiciam da importância da região, tendo sido postas a descoberto ruínas de casas de habitação com pavimento empedrado com ornamentos característicos. A toponímia, o cultivo da laranjeira, os sistemas de rega e o tradicional fabrico de azeite em lagares de tecnologia que os árabes implementaram, a
arquitectura de pátio interior comum na zona, são marcas indiscutíveis da civilização mourisca ali estabelecida e que atestam das raízes das gentes desta terra de emires e moiras encantadas de tez tisnada e quente como a própria sensualidade. Desde os primórdios da nacionalidade que a Golegã foi ponto de paragem obrigatório para os viandantes, uma vez que existia, neste lugar, uma albergaria com serviço de muda de montadas, pertença de uma mulher oriunda da Galiza, sendo conhecida a localidade como 'Venda da Galega] o que lerá dado origem ao actual nome da vila. Por esta razão o mais antigo brasão de armas da terra tern representada a mulher galega que ali instalou a referida estalagem. A apoiar esta tese da origem do topónimo, está o tacto de a primeira igreja que ser/la os tiéis da localidade se chamar ermida de Nossa Senhora da Albergaria.
A fertilidade das terras, a abundância de pastos, a proximidade da Estrada Real e outras vias de comunicação, também as fluviais, impulsionaram o desenvolvimento comercial da região, a que também não terá sido alheia a presença da linha de defesa dos Templários, Tejo acima, com Almourol, Tomar, Santarém, muito próximos e sobretudo a Cardiga, com a sua sobranceira Torre de Menagem ainda estoicamente de sentinela -doada â Ordem do Templo por D. Afonso Henriques em 1169 -,hoje uma das magnificas quintas com um imponente palácio, como muitas outras do concelho.
No reinado de D. Manuel I, a Golegã assumia já um protagonismo indiscutível na região tendo-lhe, aquele monarca, dado foral, entregue em Évora no dia 25 de Abril de 1520. conforme rezam os Livros dos Forais Novos da Estremadura', da época. Em 1534, D.João III elevou o lugar à categoria de Vila. D.Manuel I, tomou o costume de passar o período estival em Almeirim com a sua Corte, pelo que logo se estabeleceram relações comerciais mais intensas com este povoado que passou a mercado privilegiado para escoamento dos produtos agrícolas dos tempos mais antigos da Vila Galega1 que, entretanto, sempre abasteceu a família real enquanto veraneante na região. Devido aos encantos e ao generoso chão da Golegã, o terceiro filho de D. Manuel I, o Infante D. Fernando, mandou construir um paço para sua habitação permanente e de sua família, em Azinhaga, a outra freguesia deste concelho da Golegã que, entretanto, já havia recebido foral por vontade régia de D. Sancho II. Numa visita do rei Venturoso* à Golegã, na alvorada do século XVL ali foi alvo de grandes festeedlk9 e aclamações. Assistiu à missa na acanhada ermida de Nossa Senhora da Albergaria que achou insuficiente para a já numerosa população e, findas as orações, logo anunciou o propósito de mandar ali edificar um templo condigno com a já reconhecida importância do lugar. De entre os seus melhores arquitectos, D. Manuel I distribuiu a Diogo Boitaca a tarefa da construção da matriz ao moderníssimo estilo da época, o 'manuelino', tesouro monumental que honra toda a terra ribatejana e Portugal. Uma outra leitura etimológica do topónimo Golegã, assenta na teoria de que a sua estrutura morfológica deriva da língua céltica o que remontaria a antiguidade do burgo goleganense a época anterior à presença dos romanos na Lusitânia. Nesta tese defende-se que na palavra 'goiegâ' estão aglutinados os termos célticos gala' - a significar caminho ou via - e gana- expressão relacionada com aspectos cósmicos que mais tarde no grego e no latim ficaria conotada com significados como 'geração', 'nascimento', raça'... Desta forma o topónimo Goiegâ derivaria da forma genitiva do céltico 'galagana'. Uma outra tese se levantou ainda aos estudiosos da matéria, a qual atribui a origem do nome, à palavra árabe Kul-el-khan" que significaria pastos do senhor' (um senhor emir certamente, que por estas terras exerceu senhorio em tempo de taifas).
Em 1571, tem inicio a actual Feira de S. Martinho, hoje também Feira Nacional do Cavalo e Feira Internacional do Cavalo Lusitano, o mais importante evento equestre nacional e o maior entreposto comercial do puro-sangue lusitano, reconhecido a nível mundial. Aliás, a Golegã é berço dos célebres lusitanos "Veiga".
terça, 09 setembro 2008 14:40

Requerimento Atestados

Para preencher o requerimento de atestados basta clicar aqui e preencher os campos, após o correcto preenchimento deve imprimir e apresentar o requerimento na sede da Junta de Freguesia. Não se esqueça de levar os seus documentos pessoais, para que se possa confirmar a autencidade das declarações.
terça, 09 setembro 2008 14:33

Recenseamento Eleitoral

Recenseamento Eleitoral
Recenseamento Eleitoral
Para poder efectuar o seu recenseamento eleitoral poderá preencher o Verbete Eleitoral aqui e posteriormente entrega-lo na sede da Junta de Freguesia.
Para consultar o estado do seu recenseamento poderá faze-lo aqui .
Perguntas e Respostas sobre o Recenseamento Eleitoral

1. Qual o enquadramento legal do recenseamento eleitoral (R.E.)?

R - O recenseamento eleitoral é enquadrado pela Lei 13/99, de 22 de Março, e pela Lei 3/2002 de 8 de Janeiro que introduz alterações nos requisitos para a inscrição dos eleitores portugueses residentes no estrangeiro e dos estrangeiros residentes em Portugal.


2. Quais as características fundamentais do R.E. ?

R - O recenseamento eleitoral é oficioso, obrigatório, permanente e único (art.º 1.º).


3. Para quem é obrigatória a inscrição no R.E.?

R - A inscrição no R.E. é obrigatória para todos os cidadãos portugueses com mais de 18 anos e residentes no território nacional. A inscrição pode, contudo, ser feita a partir dos 17 anos (art.ºs 3.º e 35.º).


4. Para quem é voluntária a inscrição no R.E. (Quais os cidadãos estrangeiros que se podem recensear?)

R - A inscrição no R.E. é voluntária para:

- todos os cidadãos portugueses com mais de 18 anos residentes no estrangeiro,

- para todos os cidadãos nacionais de países da União Europeia residentes em Portugal: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Finlândia, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Reino Unido, e Suécia. (Caderno Azul),

- para todos os cidadãos nacionais da Argentina, Chile, Estónia, Israel, Noruega, Perú, Uruguai e Venezuela, residentes em Portugal por um período superior a três anos. (Caderno Amarelo)

- É ainda voluntária para todos os cidadãos nacionais de Cabo Verde e Brasil, quando residentes em Portugal por um período superior a dois anos. (Caderno Amarelo).

- Todos os cidadãos brasileiros que apresentem estatuto de igualdade de direitos políticos (que pode ser comprovado por fotocópia do Diário da República) podem, se o desejarem, ser inscritos no caderno branco (art.º 4.º).



5. Qual o período em que decorre o recenseamento?

R - O R.E. é contínuo, suspendendo-se apenas no 60º dia que antecede cada acto eleitoral/referendo. A excepção é relativa aos cidadãos com 17 anos e que completem os 18 até ao dia da votação, que podem recensear-se até ao 55º dia anterior (art.º 5.º).


6. Qual o local onde se efectua a inscrição no R.E.?

R - A inscrição no R.E. é efectuada na comissão recenseadora (C.R.) da área de residência indicada no:

- bilhete de identidade:
- cidadãos portugueses residentes em território nacional.

- título de residência válido:
- portugueses residentes no estrangeiro caso apresentem B.I. com residência no território nacional;
- cidadãos nacionais de países da União Europeia;
- estrangeiros residentes em Portugal (art.º 27.º)

Ver também resposta à pergunta 9.


7. O que é uma comissão recenseadora (C.R.)?

R - As C.R. são órgãos colegiais responsáveis pela elaboração e gestão do R.E. nas freguesias/consulados (art.º21.º a 24.º).


8. Quem integra a C.R.?

R - A C.R. é integrada:


- no território nacional, pelos membros da Junta de Freguesia e por delegados designados por cada um dos partidos com assento na Assembleia da República, bem como por delegados de outros partidos/grupo de cidadãos eleitores/coligações representados na Assembleia de Freguesia.

- no estrangeiro, pelos funcionários consulares (que não o embaixador) e por delegados designados por cada um dos partidos com assento na Assembleia da República (art.º 22.º).